Segunda-Feira da Semana I do Advento
- Reading 1 : Isaiah 4:2-6
- Responsorial Psalm : Psalm 122:1-2, 3-4b, 4cd-5, 6-7, 8-9
- Alleluia : See Psalm 80:4
- Gospel : Matthew 8:5-11
- Cor Litúrgica: Roxo
- 30 novembro
- 01 dezembro
- 02 dezembro
Evangelho e leituras de hoje - 1 de dezembro de 2025
A Liturgia do Dia é um presente diário da Igreja para nutrir nossa fé e orientar nossa vida espiritual. Por meio das leituras — Primeira Leitura, Salmo, Segunda Leitura (aos domingos) e Evangelho — ouvimos a voz viva de Deus que continua a falar ao Seu povo.
Essas palavras não são apenas memórias do passado, mas luz para o presente, capazes de transformar corações e renovar esperanças. Ao meditarmos a Liturgia, unimo-nos à Igreja no mundo inteiro e permitimos que o Espírito Santo aja em nós.
É um convite diário à conversão, à escuta e à fidelidade. Que a Palavra de Deus ilumine e conduza nosso caminho todos os dias.
Primeira Leitura
Haverá grande alegria para os sobreviventes de Israel.
Leitura do Livro do Profeta Isaías 4,2-6
2 Naquele dia, o povo do Senhor terá esplendor e glória, e o fruto da terra será de grande alegria para os sobreviventes de Israel.
3 Então, os que forem deixados em Sião, os sobreviventes de Jerusalém, serão chamados santos, a saber, todos os destinados à vida em Jerusalém.
4 Quando o Senhor tiver lavado as imundícies das filhas de Sião, e limpado as manchas de sangue dentro de Jerusalém, com espírito de justiça e de purificação,
5 ele criará em todo lugar do monte Sião e em suas assembleias uma nuvem durante o dia, e fumaça e clarão de chamas durante a noite: e será proteção para toda a sua glória,
6 uma tenda para dar sombra contra o calor do dia, abrigo e refúgio contra a ventania e a chuva. Palavra do Senhor.
Salmo responsorial
"Vamos à casa Senhor!"
1 Que alegria, quando ouvi que me disseram: * "Vamos à casa Senhor!"
2 E agora nossos pés já se detêm, * Jerusalém, em tuas portas. R.
3 Jerusalém, cidade bem edificada * num conjunto harmonioso;
4a para lá sobem as tribos de Israel, * as tribos do Senhor. R.
b Para louvar, segundo a lei de Israel,* o nome do Senhor.
5 A sede da justiça lá está * e o trono de Davi. R.
6 Rogai que viva em paz Jerusalém,* e em segurança os que te amam!
7 Que a paz habite dentro de teus muros,* tranquilidade em teus palácios! R.
8 Por amor a meus irmãos e meus amigos,* peço: "A paz esteja em ti!"
9 Pelo amor que tenho à casa do Senhor,* eu te desejo todo bem! R.
Aclamação ao Evangelho
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Ó vinde libertar-nos, Senhor e nosso Deus;
mostrai a vossa face e nós seremos salvos!
Evangelho
Muitos virão do Oriente e do Ocidente para o Reino do Céu.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 8,5-11
Naquele tempo,
5 quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando:
6 "Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia".
7 Jesus respondeu: "Vou curá-lo".
8 O oficial disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado.
9 Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um : 'Vai!', e ele vai; e a outro: 'Vem!', e ele vem; e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz".
10 Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: "Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé.
11 Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó". Palavra da Salvação.
Santo do Dia

Ourives generoso
Nascido por volta do ano 588, em Chaptelat, perto de Limoges, França, o “bom Santo Elígio” pertencia a uma nobre família de camponeses, que trabalhava na própria lavoura, ao contrário de tantos proprietários de terra, que a confiava aos escravos. Deixou a um de seus irmãos o trabalho no campo para entrar, como aprendiz, em uma ourivesaria, onde se cunhavam moedas reais, segundo antigos métodos romanos. Economizou parte da renda familiar para fazer a caridade aos pobres e escravos. Era muito hábil na esmaltagem e cinzelamento do ouro. Estas qualidades profissionais realizavam-se, passo a passo, com uma honestidade escrupulosa. Quando lhe propuseram fazer um trono de ouro para o rei Clotário II (613-629), ele fez dois, com o ouro que sobrou, para que não sobrasse nada para si.
A serviço do Rei
Este seu gesto, extraordinário na época, valeu-lhe a confiança do Rei, que lhe pediu para residir em Paris como ourives real, funcionário da Tesoureira real e conselheiro de Corte. Nomeado numismata em Marselha, resgatou muitos escravos que eram vendidos no porto. Quando o herdeiro Dagoberto subiu ao trono, em 629, Elígio foi convocado novamente a Paris para dirigir as ourivesarias do reino franco, onde eram cunhadas as moedas, em Paris, no Quai des Orfèvres, hoje, atual Rue de la Monnaie. Recebeu, entre outros cargos, o de decorar os túmulos de Santa Genoveva e São Denis. Realizou relicários para São Germano, São Severino, São Martinho e Santa Comba, e numerosos objetos litúrgicos para a nova abadia de São Denis. Graças à sua honestidade, franqueza sem adulações e capacidade de dar juízos pacíficos obteve a confiança do Rei, que lhe mandava frequentemente chamar, a ponto de confiar-lhe uma missão de paz junto ao rei bretão, Judicaël.
Bispo de Noyon
Eram grandes a piedade e a vida de oração deste leigo que, frequentemente, participava dos ofícios monacais. No ano 632, Elígio fundou o mosteiro de Solignac, ao sul de Limoges. Enquanto era vivo, o mosteiro já contava mais de 150 monges, que respeitavam as duas Regras de São Bento e de São Columba. O mosteiro estava sob a jurisdição do Rei e não sob a autoridade do Bispo. O fervor religioso e o ardor no trabalho fizeram do mosteiro um dos mais prósperos do tempo. Após um ano da fundação daquele de Solignac, Elígio fundou, na sua casa na Ile de la Cité, o primeiro mosteiro feminino de Paris, cuja direção foi confiada a Santa Áurea. Um ano depois da morte de Dagoberto, que havia assistido até os últimos momentos da sua vida, Elígio deixou a Corte, junto com Santo Audoeno de Ruão, que tinha o cargo de Conselheiro e Chanceler. Este também entrou para o Seminário e foi ordenado sacerdote. No mesmo dia, 13 de maio de 641, recebe o Episcopado: Audoeno foi Bispo de Ruão e Elígio Bispo de Noyon e Tournai. Elígio colocou todo seu zelo na missão apostólica. Faleceu em 660, às vésperas de partir para Cahors. A santa rainha Batilde tinha apenas iniciado a sua viagem para ir saudá-lo, mas chegou tarde demais.
Uma “igreja de Santo Elígio”, em Paris
Em Paris, no bairro de ferreiros, ferramenteiros e marceneiros, foi dedicada uma igreja a Santo Egídio, reconstruída em 1967. Outra igreja, destruída em 1793, foi-lhe dedicada na Rue des Orfèvres, perto do “Hotel de la Monnaie” (Casa da Moeda). Na catedral de Notre-Dame, na capela de Santa Ana – outrora sede da sua confraternidade – os ourives e joalheiros de Paris restauraram o altar e colocaram a sua estátua.
Versículo do Dia
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